Educação Financeira

A importância da Educação Financeira nas escolas advém sobretudo do facto de crianças e jovens, de forma progressiva e cada vez mais prematura, se constituírem como consumidores.

Tendo como mote a nova matriz curricular para os ensinos básico e secundário, enquadrada no Decreto-Lei 55/2018, de 6 de julho, os alunos de 2.º ciclo, na disciplina de oferta complementar do Colégio, Metodologia de Projeto, desenvolverão um projeto no âmbito da Educação Financeira, tendo como suporte o “Referencial de Educação Financeira”, editado pelo Ministério da Educação e Ciência.

“Os cidadãos, enquanto consumidores, são regularmente confrontados com a tomada de decisões sobre finanças pessoais. Nos últimos anos, estas decisões tornaram-se progressivamente mais difíceis devido ao aumento da complexidade e diversidade dos produtos e serviços financeiros, ao mesmo tempo que o acesso a estes produtos é cada vez mais generalizado. Face a esta realidade, é importante que os consumidores adquiram conhecimentos e desenvolvam capacidades de natureza económica e financeira que lhes permitam fazer as opções mais corretas.

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A importância da Educação Financeira nas escolas advém sobretudo do facto de crianças e jovens, de forma progressiva e cada vez mais prematura, se constituírem como consumidores, e concretamente como consumidores de produtos e serviços financeiros. Acresce que as decisões financeiras ao longo da vida requerem cada vez mais o domínio aprofundado de informação e conhecimento na área financeira, tendo em conta a crescente complexidade dos produtos e serviços financeiros disponíveis no mercado.

No quadro do sistema educativo, a concretização da Educação Financeira permite aos jovens a aquisição de conhecimentos e capacidades fundamentais para as decisões que, no futuro, terão que tomar sobre as suas finanças pessoais, além de se gerar um efeito multiplicador de informação e de formação junto das famílias.

A aprendizagem por crianças e jovens de tópicos relacionados com o dinheiro e as finanças pessoais, e o consequente desenvolvimento de capacidades técnicas e comportamentais, contribui para uma atuação esclarecida no presente e acautela, no futuro, problemas de natureza financeira ou afins.” (ver documento Referencial Educação Financeira)